FERNANDO PESSOA foge do sindicato e dos professores de Tuntum. SINDSERT diz amém.

Ao que tudo indicado, o prefeito de Tuntum está agindo coligado com o sindicato que, em tese, deveria ficar do lado dos servidores. Para tanto, tudo que estamos presenciando, indica cumplicidade entre dirigentes e poder público. não estamos afirmando.

O sindicato dos servidores de Tuntum, desde que Fernando Pessoa (PDT) assumiu o comando do município parece não mais está ‘preocupados’ com os direitos dos servidores. Estranhamente.

Em duas reuniões convocadas pela mesa diretora do SINDSERT, Fernando Pessoa, não compareceu.

Segundo professores filiados ao sindicato, entre as pautas que deverão ser discutidas, estão, terço de férias, reajuste salarial e abono do fundeb, este último, já deu-se por perdido.

Fernando Pessoa (PDT), tem fugido da reunião com o diabo foge da cruz.

Na primeira reunião que deveria sentar com a categoria e com o sindicato, Fernando usou o argumento de que não chegaria a tempo de comparecer à reunião, já que estava, segundo ele, em Brasília cumprindo agenda institucional. Porém, horas depois um vídeo que aparamentemente seria do dia em que ele disse está na Capital Federal, o prefeito encontrava-se no povoado Ipu Irú. Também não estamos afirmando.

Hoje, quinta-feira (10), o prefeito oficiou o presidente do SINDSERT, que é bastante alinhado com o prefeito e a atual secretária, Antônia Morais, ex-dirigente do Sindicato, que não iria poder comparecer NOVAMENTE à reunião.

No ofício, enviado pelo chefe do executivo municipal, ele diz:

Sugere-se a data de 14 de fevereiro, as 14h no gabinete da prefeitura municipal de Tuntum”. Disse Fernando Pessoa.

Sugestionando que não está muito preocupado com as demandas dos servidores da educação do município de Tuntum.

Como é de conhecimento de todos, o prefeito Fernando Pessoa (PDT), não tem honrando seu compromisso perante a categoria e até mesmo, perante ao sindicato, pois em live, realizada dias antes do processo eleitoral de 2020, Fernando disse que seu primeiro ato de governo seria empossar todos os aprovados no concurso, o que não fez quando assumiu.

Em tom de afronte com a categoria, o chefe do executivo municipal, disse em alto e bom tom que só pagaria abono se ele quisesse, e ele não quis. Até quando o sindicato se manterá inerte e aceitado tudo da gestão ? Quando os dirigentes de um sindicato diz amém a uma gestão publica, é hora de trocar o comando.

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